História:


A Academia de Polícia Civil de Minas Gerais iniciou sua história em 1926 na época da criação de uma Escola de Polícia que tinha como objetivo o ensino prático e experimental de noções de criminologia, direito penal, técnica policial e investigação criminal.

Naquela época, a maior parte dos investigadores do Estado de Minas Gerais não possuíam sequer o nível básico de escolaridade.
Pensando em suprir essa necessidade, a Escola passou a ministrar cursos eminentemente de instrução elementar, permitindo inclusive, a participação efetiva da população em geral.

Todavia, esse desvio de sua meta inicial propiciou a interrupção de suas atividades, até que em 1947 o Governador do Estado de Minas Gerais, Milton Campos, permitiu-lhe a reabertura, passando a denominá-la Escola de Polícia Desembargador Raphael de Magalhães.

A partir de 1947, o grau de exigência para a seleção dos servidores que atuariam na função policial aumentou. Os exames médicos, os exames psicotécnicos, testes de capacitação física, a investigação social e as provas escritas, tornaram-se etapas eliminatórias para o acesso às diversas funções policiais civis.

Com o advento da Lei 3.214/64, que estabeleceu o Estatuto do Servidor Público de Minas Gerais, houve por bem alterar-lhe o nome para Academia de Polícia de Minas Gerais, afinal a Escola transformara-se em um dos órgãos integrantes da estrutura superior da recém formada Secretaria de Estado da Segurança Pública de Minas Gerais.

Em 1969, a Lei Orgânica da Polícia Civil, completou-lhe o nome para Academia de Polícia Civil de Minas Gerais, permanecendo a mesma nomenclatura com a publicação da nova Lei Orgânica, Lei Complementar 129, de 08 de novembro de 2013. A escola anexa, outrora de ensino para o nível fundamental, atualmente abriga alunos do ensino básico da rede Estadual de Ensino, tendo sido batizada como Escola Estadual Ordem e Progresso.

 

 

 

 

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